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OBRAS DISPONÍVEIS obras

Artista / ArtistElza O. S.

Estado / State Pernambuco

ELZA O. S.

Elza Oliveira de Souza
1928 – Recife – PE
2007 – Rio de Janeiro
Transferiu-se para o Rio de Janeiro com o seu marido, o também pintor Gerson de Souza, em 1946. Exerceu a profissão de bordadeira, mas igualmente estudou teatro, canto lírico e balé aquático do Copacana Palace. Entre 1962 e 1963, iniciou-se na pintura no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro com Ivan Serpa. Começou a expor numa coletiva organizada pela Galeria IBEU, em 1963, e no “Salão Nacional de Arte Moderna”, onde em 1969, conquistaria Isenção de Júri. Individualmente, expôs na Galeria Atualidade, Rio de Janeiro (1964), e em São Paulo, no Clube Hebraica, São Paulo (1966), Galeria USIS (1970), Galeria Astreia,(1975) Galeria Jacques Ardies, (1985) e ainda no Rio de Janeiro na  Galeria Jean-Jacques, (1987),
e no MIAN, entre outras. Integrou o elenco de importantes coletivas de arte naif, entre as quais “Lirismo Brasileiro”, que percorreu Portugal, Espanha e França, e “Festa de Cores”, inicialmente apresentada no Museu de Arte de São Paulo.  O crítico de Arte Walmir Ayala escreveu; “Está no ar esta espécie de talento que me fascina nos naifs, e que faz com que cheguem ao requinte de técnica sem se corromper com imagens coladas ao real. Elza O.S é sábia, para mim o maior pintor ingênuo vivo do Brasil. Eu disse pintor, intencionalmente, pois repudio a distinção sexual num terreno em que importam a qualidade, a invenção, a imaginação, a energia. Elza O.S nós dá uma pintura de prazer, de lírica ressonância, de silenciosa nitidez.”

 

 

 

 


Elza moved to Rio de Janeiro with her husband, the painter Gerson de Souza, in 1946. She worked as an embroiderer, and in parallel studied theatre, lyrical singing and synchronized swimming at the Copacabana Palace Hotel. Between 1962 and 1963 she began to practice painting at the Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro with Ivan Serpa. She first exhibited in a group show organized by Galeria Ibeu, in 1963, and next at the Salão Nacional de Arte Moderna, where she was granted an Exceptional award  by the jury in 1969. She exhibited individually at Galeria Atualidade, Rio de Janeiro (1964), and in São Paulo, at the Clube Hebraica (1966), at Galeria Usis (1970), at Galeria Astreia (1975) at Galeria Jacques Ardies (1985) and also in Rio de Janeiro at Galeria Jean-Jacques, (1987) and at the Museu Internacional de Arte Naif, among others. She participated in an important set of naïve art group shows, including Lirismo Brasileiro, which itinerated through Portugal, Spain and France, and Festa de Cores, first presented at the Museu de Arte de São Paulo. The art critic Walmir Ayala wrote; “This particular talent of the naïves is in the air, one which fascinates me, and which leads them to a level of technical refinement without being constrained by images of the reality. Elza O.S is wise, and I consider her the greatest living naïve painter in Brazil. I intentionally used the word painter, independent of the sex of the artist, as I reject the sexual distinction in a field where what matters is quality, ingenuity, imagination and energy. Elza O.S brings us a painting that is permeated with pleasure and lyric resonance, and with a sharp, silent precision.”