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OBRAS DISPONÍVEIS obras

Artista / ArtistGilvan

Estado / State Pernambuco

GILVAN

(Gilvan Duarte Bezerril)
1930 – Recife – PE
2012 – Rio de Janeiro
Sua primeira exposição individual aconteceu em 1972 quando já tinha fixado residência no Rio de Janeiro.
Outros se sucederam em Washington, no Brazilian American Center (1973), em São Paulo, na galeria Paulo Prado, Galeria Ipanema (Rio de Janeiro), em Natal, Campinas, e também nas galerias Jean-Jacques (1981) e Jacques Ardies (1982) e depois de 1990 no Museu Internacional de Arte naif no Rio de Janeiro.
Fundador do célebre trio Irakitan, parece que Gilvan sempre esteve viajando. De volta para casa, uma compulsão obsessiva: reencontrar os pinceis para continuar a contar as histórias da vida do feroz Lampião com a convivência do confiável Padre Cícero. Gosta também de retratar os festejos do povo nordestino, misturados vez ou outra e ainda que vagamente, com o novo e velho testamento.
Gilvan sempre mantêve intacto seu enorme prazer de pintar, usando a sua instantaneidade de instinto, produzindo obras charmosas e repleto de humor. Até na técnica ele se diferencia, utilizando sempre o suporte do Eucatex, caixas de madeira ou ainda placas de madeira que ele monta na forma de biombos, enriquecendo a textura com tinta plástica e esmalte, além da clássica tinta acrílica.
Sem querer impor qualquer idéia, o artista menciona sérios assuntos políticos e movimentos sociais, mas nunca se afasta do seu lado divertido. 

 

 




Gilvan’s first solo exhibition took place in 1972, when he was already living in Rio de Janeiro. Amongst other exhibitions, his work was shown at the Brazilian American Center in Washington (1973), at Galeria Paulo Prado (1975) and Galeria Jacques Ardies (1981) in São Paulo; at Galeria Ipanema (1986) and Galeria Jean-Jacques (1981) in Rio de Janeiro; in Natal, Campinas, and as of 1990, at the Museu Internacional de Arte Naïf in Rio de Janeiro (1990).
Founder of the celebrated musical ensemble Trio Irakitan, it seems as if Gilvan was always on the road. But as he returned home, he would be seized by an obsessive compulsion and take up his paintbrushes to tell the story of the fierce Lampião and the trustworthy Padre Cícero, legendary figures of the Brazilian Northeast. He also enjoyed representing the traditional festivities of the north-eastern people, which he sometimes enhanced with vague references to the Old and New Testament. Gilvan always cultivated his immense pleasure of painting, trusting his instincts and producing charming and humorous works. Even where pictorial technique is concerned, he is set apart by the use of wood-based panels, wooden boxes or even wooden planks which he assembles into folding screens, enriching textures with water-based paints and enamels, besides the usual acrylic paint.
Without any outspoken political position, the artist references serious social issues, never losing the humorous attitude which characterizes his work.