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OBRAS DISPONÍVEIS obras

Artista / ArtistGrauben

Estado / State Ceará

GRAUBEN

(Grauben Bomilcar de Monte Lima)
1889 - Crato, Ceará
1972-  Rio de Janeiro
Antes de se transferir para o Rio de Janeiro como funcionária pública, viveu em São Paulo. Chegou tarde à pintura, aos setenta anos de idade, quando estava aposentada. A descoberta da pintura a levou ao Museu de Arte moderna no Rio de janeiro, no curso de Ivan Serpa, que muito a incentivou e aplaudiu suas telas povoadas por florestas e borboletas, liricamente expostas no quadrilátero da tela. O incentivo a levou às mostras coletivas, a primeira das quais em 1961. No ano seguinte, realizou sua primeira exposição individual na Galeria Relevo, Rio de Janeiro, obtendo ótimas referencias da critica especializada.
Além de participar da VII e da VIII “Bienal Internacional de São Paulo”, figurou no exterior na “II Bienal Americana de Córdoba”, Argentina (1964). “Oito Pintores Ingênuos Brasileiros” (Galerie Jacques Massol, Paris, 1965) e de coletivas apresentadas em Moscou e Varsóvia.
Expôs ainda, individualmente, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (1966) e na Galeria do Copacabana Palace (1970, 1971, 1972); essa última aconteceu depois do seu falecimento. “O que nela sobremodo fascina é essa possibilidade de se estabelecer, através da fusão de si própria com cada um dos seus quadros elos definitivos entre os polos apenas aparentes do princípio e fim,infância e velhice, sonho e realidade, vida e morte”,  escreveu Roberto Pontual quando publicou seu livro em preto e branco, “Arte, Brasil, Hoje, 50 Anos depois “ em 1973.

 

 




Before moving to Rio de Janeiro to work as a civil servant, Grauber lived in São Paulo. She started painting later in life, at the age of 70, when she was retired.  Her discovery of painting led her to the Museu de Arte Moderna in Rio de janeiro, to take part of a painting class taught by Ivan Serpa, who greatly encouraged her and praised her paintings that bristled with forests and butterflies, lyrically spread over the canvas.  His support led her to take part in group shows, the first of which took place in 1961. The following year, she held her first solo exhibition at Galeria Relevo, Rio de Janeiro, where she got excellent reviews from art critics.
Besides taking part in the VII and VIII Bienal Internacional de São Paulo, she was featured abroad in the II Bienal Americana de Córdoba, Argentina (1964), in Oito Pintores Ingênuos Brasileiros (Galerie Jacques Massol, Paris, 1965) and in collective shows in Moscow e Warsaw.
Grauben also held individual exhibitions at the Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (1966), and at Galeria do Copacabana Palace (1970, 1971, 1972), the last of which took place after she died. “What is particularly fascinating about her is the possibility of establishing, through the fusion between of her own self and each of her paintings, unmistakable connections between the apparently opposite poles of beginning and end, childhood and old age, dream and reality, life and death,” wrote Roberto Pontual, in his popular “black and white” book, published in 1973, entitled Arte, Brasil, Hoje, 50 Anos Depois.